Somente quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe, poluído o último rio, que as pessoas vão perceber que não poderão comer dinheiro. (provérbio indígena)
O desenvolvimento tecnológico e econômico esbarra, muitas vezes, em questões ambientais, desmatamento, aquecimento global, uso e ocupação indevida do solo, acumulo excessivo de lixo, o desmatamento desenfreado.
São problemas enfrentados pela sociedade diariamente, e sem trégua, como a poluição do ar, enchentes, excesso de lixo gerando doenças, esgoto a céu aberto, e por aí afora.
Na maior parte das situações isso acontece não por conta do progresso tecnológico, mas sim por conta do descaso do ser humano. É muito fácil culpar o progresso por conta dos problemas enfrentados hoje.
Mas nos esquecemos que tal progresso proporciona, por exemplo, ter um tratamento de água, tornando-a potável e permitindo seu reaproveitamento; e que boa parte do lixo despejado diariamente pode ser reciclado, e utilizado novamente.
Sem contar que, nesses casos, como o tratamento da água e a reciclagem permitem gerar novos negócios, novas oportunidades e conseqüentemente a geração de novos empregos para a população.
A tecnologia não só pode, como deve, estar a disposição do homem para resolver os problemas globais relacionados ao meio ambiente. Inúmeros estudos mostram como reaproveitar aquilo que desprezamos, ou como ocupar o solo adequadamente, ou mesmo como reduzir os efeitos do aquecimento global.
O Grupo Alberto Granato desenvolve pesquisas e projetos para que as empresas e órgãos públicos possam ser mais competitivos, gerar emprego, ser auto-sustentável e reduzir os impactos negativos no meio ambiente.
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